Passeios Instrutivos
Museu
do Imigrante
Se seu sobrenome tem aquele sabor europeu, ou oriental, o Memorial do Imigrante pode ter a chave para você saber mais sobre aquele parente distante que deixou sua terra para tentar a sorte no Brasil. O museu funciona no local da antiga hospedaria de imigrantes, por onde passavam todos os estrangeiros que chegavam a São Paulo.
Ele reúne, praticamente, todos os registros das pessoas que passaram pela hospedaria. Cerca de 22% do acervo está informatizado e em poucos segundos os visitantes podem consultar as origens de suas famílias. Contudo, a maior parte da pesquisa é realizada manualmente por um grupo de especialistas. De acordo com a assessoria, quase 10 mil pessoas solicitaram pesquisa e mais de 6 mil certidões de outros países foram emitidas no ano passado.
Os visitantes podem viajar no tempo e reviver o início do século XX nos passeios de bonde e maria-fumaça. Para os que gostam mesmo do passado, todo dia 25 de janeiro é realizado o Encontro de Carros Antigos. O Memorial possui também jardins, uma "fazenda de café" (com cafezal e objetos usados nas plantações) e exposições fotográficas e de objetos históricos.

O
MEMORIAL
Criado em 1998, o Memorial ocupa parte do edifício da
Hospedaria de Imigrantes, onde eram recebidos os estrangeiros que
chegavam ao Brasil pelo porto de Santos. Exibe móveis,
documentos e fotografias e tem o registro de todos os imigrantes que
passaram por lá.
São listas de bordo dos navios que atracavam em Santos trazendo a mão-de-obra que iria trabalhar na construção do país, além de documentos pessoais e cerca de cinco mil fotografias, livros e revistas. Uma parte do acervo (de 1882 a 1907) já está informatizada.
O Memorial do Imigrante é composto pelo Museu da Imigração, pelo Centro de Pesquisa e Documentação e pelos núcleos dos Transportes e de Estudos e Tradições. O Museu da Imigração, peça chave do complexo, foi fundado em 1993, com o propósito de preservar e divulgar a importância da imigração nas origens históricas da cidade e do país.
A exposição permanente do memorial mostra todo o processo imigratório, desde a viagem até a chegada na Hospedaria, passando pela ida para as fazendas e os núcleos coloniais, finalizando com a integração do imigrante na sociedade. O Memorial possui também jardins, pátio interno, auditório (cerca de 100 lugares) e uma "fazenda de café", onde o público tem contato com um pequeno cafezal e objetos usados nas plantações.
VISITAÇÃO:
Endereço: Rua Visconde de
Parnaíba, 1316
Próximo a
Estação do Metrô Bresser
Moóca -
Centro - 6692-1866
Horário: De terça a domingo,
das 10h às 17 h (inclusive feriados).
Passeio de bonde e
maria-fumaça, das 10h às 17h aos domingos e
feriados.
Preço(s): R$ 4,00 (para idosos e
crianças, entrada grátis)
Capacidade: 5.000 pessoas
Cotação
por pessoa:
Até R$ 25,00
O Museu da Língua Portuguesa é mais nova atração cultural da cidade e a primeira instituição do gênero no mundo. Ponto de encontro do visitante com a língua, a literatura e a história, exibidas por meio de recursos audiovisuais e tecnologia de ponta. No lugar de paredes, vozes. No lugar de obras, espaços interativos. No coração de São Paulo, na Estação da Luz, o Museu proporciona uma viagem sensorial e subjetiva pela língua portuguesa, a sexta língua mais falada no mundo, guiada por palavras, autores e estrelas do Brasil.
A obra, inaugurada em 20 de março de 2006, é uma realização do Governo do Estado de São Paulo e Fundação Roberto Marinho, com parcerias de empresas públicas e privadas. Em todo o projeto foram investidos R$ 37 milhões e as obras duraram um ano e cinco meses. No total, 400 operários trabalharam na restauração e na adaptação dos quatro andares do prédio da luz que se transformaram no atual museu.
Instalado no prédio acima da plataforma de trens da Estação da Luz, no centro de São Paulo, o museu conta com um vasto conteúdo sobre a história da Língua Portuguesa, os idiomas que ajudaram a formá-la, as formas que a linguagem assume no cotidiano e a criação da língua na literatura brasileira, entre outros temas. Tudo isso em diversas mídias para garantir interatividade ao visitante.
VISITA
Logo na chegada, ainda no térreo, o visitante
encontra uma Árvore da Língua. As
raízes são formadas por palavras e, nas folhas,
são projetados os contornos de objetos. Além
disso, uma espécie de mantra brinca com as palavras
'língua' e 'palavra', ditas em vários idiomas.
No primeiro piso ficam a área de exposições temporárias, os terminais multimídia, escritórios de gestão do conteúdo, atividades educativas e a programação do museu.
No segundo andar estão instalados a Grande Galeria, a Galeria das Influências, a Linha do Tempo e o Beco das Palavras.
A Grande Galeria é formada por um grande painel feito de projeções de imagens e trabalho sonoro, formando um mural em movimento. A das Influências conta com oito totens dedicados às influências das línguas e povos que contribuíram para a formação do idioma no país, onde os visitantes podem interagir e descobrir a origem de muitas palavras. Na Linha do Tempo telas interativas e vídeos ajudam a contar a história da língua portuguesa no Brasil. No Beco das Palavras o visitante poderá brincar com a criação de palavras e aprender sobre a etimologia dos termos usados atualmente num jogo eletrônico.
O LUGAR
O local escolhido para a implantação do
museu foi o ponto de encontro entre o português falado aqui e
os outros idiomas. Era na Luz que chegavam imigrantes que vinham de
trem do Porto de Santos. Hoje, a Estação recebe
sotaques de todas as regiões do país.
No prédio acima da plataforma da Luz funcionaram, no século 20, os escritórios da companhia férrea. Parte da construção foi destruída por um incêndio, em 1946, e reconstruída na década de 50.
Para a instalação do museu foi realizado um minucioso trabalho de revitalização e restauro. O projeto arquitetônico é de Paulo e Pedro Mendes da Rocha, pai e filho, que pela primeira vez trabalharam juntos. A museografia ficou sob responsabilidade do americano Ralph Appelbaum, que tem em seu currículo o Museu do Holocausto, em Washington, por exemplo. A elaboração de conteúdo foi coordenada pela socióloga Isa Grinspun Ferraz, que contou com uma equipe de cerca de 30 dos maiores especialistas em língua portuguesa do país.
Além dos recursos multimídia, o Museu da Língua terá oficinas de capacitação de professores, uma biblioteca - inicialmente, apenas para os professores - e computadores ligados a um portal de Língua Portuguesa na internet, para que todos possam consultá-lo.
O Museu da
Língua Portuguesa fica na Estação da
Luz, na Praça da Luz, região central de
São Paulo.
Funciona de terça-feira a domingo, das 10 às 18
horas e a entrada custa R$ 4,00. Estudantes pagam R$ 2,00.

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Museu do Ipiranga
Parque da Independência
O prédio do Museu do Ipiranga foi construído às margens do riacho do Ipiranga, onde D. Pedro I declarou a independência do país em 1822. A majestosa construção, em estilo neoclássico renascentista, está situada ao fundo do Parque da Independência, conferindo ao local um ar de palácio europeu.
Mais antigo museu de São Paulo, inaugurado em 1895, o museu expõe peças que contam a historia da sociedade brasileira entre os séculos XIX e XX. São esculturas, quadros, louças, jóias, movéis, armas, peças religiosas, automóveis, documentos e utensílios de bandeirantes e índios distribuídos pelo prédio.
Em frente, ficam os jardins, uma réplica em tamanho reduzido dos jardins do Palácio de Versailles, obra do paisagista Arsênio Puttemans. Encontra-se também a Casa do Grito, o Monumento da Independência e a capela Imperial Leopoldina. A iluminação especial noturna, que revela detalhes arquitetônicos do prédio, só ocorre em datas especiais, como 7 de setembro.

O MUSEU
O estilo renascentista do edifício de 1895 une sua grandiosidade
ao acervo que veio, principalmente, da coleção pessoal do
coronel paulista Joaquim Sertório. O acervo de história
natural do militar deu origem ao Museu Paulista, localizado dentro do
Parque da Independência.
Com mais de 125 mil itens, a casa guarda objetos indígenas, mobiliário, armaria, pinturas, ferramentas e outros instrumentos, muitos de uso pessoal. As peças encontradas no acervo do museu retratam a vida no país, especialmente em São Paulo, desde os idos de 1500 até 1950.
A construção abriga também duas bibliotecas e seções que tratam de documentação arquivística e iconográfica e laboratórios de conservação e restauro. No passeio pode se observar o trabalho de projeto do italiano Ettore Ximenez, em granito, com adornos em bronze - a estátua em homenagem ao "grito", em cujo subsolo se encontram os despojos de D. Pedro I e suas duas esposas.
O museu passou por uma reforma que custou R$ 5 milhões, dinheiro captado por lei de incentivos estadual e de patrocinadores. Fontes e chafarizes instalados em frente voltam a funcionar, como uma homenagem aos 450 anos da cidade e ao 7 de setembro. Além de ser considerado um marco histórico, o Parque Independência é tombado desde 1975.
VISITAÇÃO
Exposições:
terça a domingo, das 9:00 às 16:45 hs.
Telefone: 6165-8026
Ingresso: R$ 2,00 com entrada gratuita no terceiro domingo de cada mês.
ATENDIMENTOS
Biblioteca
Segunda a sexta-feira, das 8:00 às 16:45 hs.
Telefone: 6165-8012 - Fax: 6165-8030
Divisão de Acervo e Curadoria
Serviço de Documentação Textual e Iconográfica
Terça a sexta-feira, das 9:30 às 16:30 hs - somente com agendamento prévio pelo telefone.
Serviço de Objetos
Segunda a sexta-feira, das 9:00 às 16:45 hs com agendamento prévio pelos telefones 6165-8019/6165-8021.
Divisão de Difusão Cultural
Reprodução de peças do acervo e/ou serviços
devem ser solicitadas por escrito à direção.
Diretoria do Museu Paulista
Pq. da Independência, s/n - CP 42503 (Ipiranga)
CEP 04218-970 - São Paulo / SP

colunas e entablamento segundo ordem coríntia
Subir
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pegue uma
carona....
