Notícias da
Educação
Gasto em Educação
Nem
Sempre se Reflete em Qualidade
Sempre se Reflete em Qualidade
ELIZABETH
LOPES - Agencia Estado
SÃO
PAULO - Os resultados do Sistema de
Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de
São Paulo (Saresp 2007),
divulgados na quinta-feira (dia 13), e que revelam dados alarmantes
sobre o
desempenho dos estudantes paulistas, também se refletem em
outras regiões do
País e evidenciam que nem sempre os investimentos realizados
neste setor se
traduzem em qualidade de ensino.
A tese de que os investimentos no
setor estão
dissociados da qualidade é uma das conclusões da
radiografia sobre os
investimentos dos municípios brasileiros em
educação, elaborada pela
consultoria Aequus e publicada na edição 2007 da
revista Multi Cidades.
Segundo este estudo, nem sempre o maior gasto por aluno resulta num
melhor
desempenho escolar. Para exemplificar, o município de
São Paulo - que em
valores é o que mais aplica em
educação no Brasil - investiu R$ 3,7
bilhões em
2006, o que dá uma despesa por aluno de R$ 4.275, e o do Rio
de Janeiro - segundo
município que mais aplica neste setor - não
estão incluídos no ranking
elaborado pela consultoria, que classificou os 30 municípios
que obtiveram
melhor desempenho na primeira fase do Índice de
Desenvolvimento da Educação
Básica (Ideb/2005), avaliando alunos de 1ª a
4ª séries. Este ranking também
inclui os gastos dos municípios com seus alunos no ano de
2006.
Neste ranking dos 30 melhores da revista Multi Cidades, conseguiram
classificação apenas os municípios de
pequeno porte. O primeiro da lista é Barra
do Chapéu (SP), cidade de apenas 4.794 habitantes, com
despesa em educação por
aluno de R$ 3.098 em 2006 e cujo desempenho na primeira fase do Ideb
(2005) foi
de 6,8.
Para explicar o fato de a listagem
incluir apenas
municípios de pequeno porte - dentre os selecionados, os
coordenadores do
estudo destacam que boa parte deste desempenho é
conseqüência de aspectos
locais da dinâmica socioeconômica e
também de projetos realizados em
cooperação
com a sociedade civil.
De acordo com o estudo,
além dos 30 municípios
brasileiros com os maiores valores do Ideb da 1ª a 4ª
séries não serem os que
possuem os gastos por aluno mais elevados nem os que investem mais em
educação,
todos estão localizados nas regiões Sudeste e
Sul. Este grupo atingiu a meta
estabelecida pelo governo federal para 2022, que é de
avaliação superior ou
igual a 6,0 no Ideb.
Um fato curioso, que reforça a idéia de que a
cooperação da sociedade civil é
importante para o desempenho dos alunos: o município que
ficou em primeiro
lugar, Barra do Chapéu, situado no Vale do Ribeira, foi
palco de uma ação
privada empreendida no ano de 2005 pela Fundação
Armando Álvares Penteado
(Faap), que decidiu adotar o município para ensinar
técnicas de gestão.
Em contrapartida, o ranking dos 30 piores desempenhos na primeira fase
do Ideb
(2005) e o gasto por aluno (2006) inclui em sua maioria
municípios das regiões
Norte e Nordeste, sendo 14 deles na Bahia. Nesse ranking, o segundo
município
com pior desempenho, o de Itaúba (MT), da região
Centro-Oeste, apresentou gasto
por aluno próximo à média nacional, de
R$ 1,9 mil, mas com avaliação no Ideb de
apenas 0,7.
Outro fato destacado no estudo é que quatro
municípios listados no ranking dos
piores desempenhos possuem despesa por aluno acima da média
do País, como Dom Aquino
(MT), com avaliação 1,5 no Ideb e despesa com
educação por aluno de R$ 3.173 em
2006.
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Benefício agora pagará R$ 30,00 a jovens de 16 e 17 anos; antes, limite era R$ 18,00 a jovens de até 15 anos
Andréia Sadi, do
estadao.com.br
SÃO
PAULO - O governo ampliou o
benefício do Bolsa-Família
a jovens de 16 e 17 anos
nesta segunda-feira, 17, disse a assessoria do ministério do
Desenvolvimento
Social ao estadao.com.br.A medida do
governo acontece em pleno
ano eleitoral, quando acontecem as votações
municipais em outubro.
Antes, o limite para permanecer no
programa era 15 anos, com benefício de
R$ 18, limitado a três jovens por família em
situação de pobreza e extrema
pobreza. Os dois benefícios constam do carimbo ProJovem do
governo.
A partir desta segunda,
começam a ser pagos os benefícios aos jovens
de 16 e 17 anos no valor de R$ 30 reais. O pagamento vai até
o dia 31 deste
mês. A ampliação do programa Bolsa
Família para esses jovens foi anunciada pelo
governo em setembro do ano passado.
'Inconstitucional'
No ano passado, o
presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE),
Marco Aurélio Mello, disse que é inconstitucional
a medida provisória que
estende o programa Bolsa-Família para jovens de 16 e 17
anos, assinada pelo
presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 28 de dezembro.
Segundo ele, a
afirmação se baseia na Lei Eleitoral que entrou
em vigor em 1º de janeiro de
2008.
A norma
proíbe a administração
pública de distribuir bens, valores ou
benefícios, exceto em casos de calamidade
pública, de estado de emergência ou
de programas sociais autorizados em lei e já em
execução orçamentária no
ano
anterior. De acordo com Mello, a lei garante equilíbrio nas
eleições.
Segundo o presidente do
TSE, os programas sociais não podem ter
alterações nos valores previstos no
Orçamento de 2007. "Se no final do ano
anterior houve a edição da MP alterando os
programas e alargando, assim, (a
faixa dos) beneficiários do programa social
Bolsa-Família, evidentemente está
escancarada a violência à norma legal."
O que é o Bolsa-Família
Criado em
Atualmente
são atendidas 11 milhões de famílias.
Uma das principais
críticas que se faz a essa iniciativa é que abre
portas de entrada para as
famílias, mas não oferece portas de
saída. Sem elas, o que deveria ser um
programa emergencial, para ajudar os beneficiários a
superarem situações de
pobreza e miséria, tende a tornar-se permanente.
FONTE:
www.estadão.com.br
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Campeão
de
matemática luta contra doença para estudar
Ricardo
Oliveira ganhou a segunda medalha de ouro de olimpíada de
matemática.
O menino foi condecorado
pelo presidente Lula, no Teatro Municipal o
Rio de
Janeiro.
Do G1,
com informações do Fantástico
Nesta semana, um menino de Várzea Alegre, no sertão cearense, chamou a atenção do Brasil. Ricardo Oliveira foi condecorado pelo presidente Lula, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, com a segunda medalha de ouro nas Olimpíadas Brasileiras de Matemática das Escolas Públicas. Ricardo não é só um campeão dos números, é um vencedor na vida: ele nasceu com uma doença neurológica que atrofia a medula espinhal e causa fraqueza nos músculos.
O estudante é filho de agricultores, que plantam arroz, milho e feijão para comer. A família recebe um salário mínimo por mês, da aposentadoria de Ricardo, e R$ 70 que vêm de programas sociais do governo.
Na infância, a deficiência impediu que o garoto fosse à escola, mas Ricardo não perdeu a vontade de estudar. Foi alfabetizado em casa pela mãe, dona Francisca da Conceição, que só cursou até a sexta série. Francisca chegou a comprar uma cartilha para orientar o filho. Com a ajuda do irmão mais novo, Ronildo Oliveira, Ricardo foi além da leitura e das operações básicas da matemática.
Somente aos 17 anos ele conseguiu se matricular na escola. Fez um teste e entrou na quinta série. Mas só tem uma aula por semana, quando um professor vem à casa dele. Antes de o professor chegar, Ricardo adianta os estudos.
Da porta de casa para fora, a vida de Ricardo se torna mais difícil. Se nas grandes cidades os obstáculos estão nas construções que nem sempre são planejadas para deficientes, na zona rural, onde ele mora, o problema é a total falta de infra-estrutura. A única estrada é de barro e está cheia de buracos. Por ela, a cadeira de rodas não passa. O jeito foi o pai do menino, seu Joaquim Oliveira, improvisar um carrinho de mão para transportar o filho.
Se o destino for a escola para fazer provas, Ricardo é carregado por um quilômetro. Foi assim que ele conseguiu participar duas vezes da Olimpíada Nacional de Matemática e trazer duas medalhas de ouro. A última foi entregue na terça-feira (26), no Rio de Janeiro.
"O momento
mais emocionante foi quando todas as pessoas que estavam assistindo
aplaudiram
de pé. Foi uma emoção tão
grande que eu só tinha vontade de chorar", diz
Ricardo sobre a condecoração.
O jovem do sertão acumula medalhas e certificados. Além de matemática, ele também foi ouro nas olimpíadas de astronomia e astronáutica. Por causa do bom desempenho nos estudos, ele já tem computador em casa, que vai ajudar no seu sonho de se tornar um professor.
Falta agora chegar a internet à zona rural de Várzea Alegre. Mas, para quem esperou 17 anos para ir à escola, o tempo parece não ser problema. "A gente tem que começar sempre devagar e superar os obstáculos um a um, para chegar longe", diz ele.
Fonte: G1
– portal de notícias do globo.com
Portugal
dá aval à reforma ortográfica
ANGELA
PINHO
da Folha de S.Paulo, em Brasília
07/03/2008
O fim do trema em todo o vocabulário e de acentos em palavras como "vôo", "idéia" e "lêem" ficou mais próximo ontem, com a decisão do conselho de ministros de Portugal de aderir ao acordo ortográfico entre os países de língua portuguesa firmado em 1991.
A ratificação do texto pelo país depende ainda da aprovação pelo Parlamento da proposta elaborada pelos ministros. Se passar pelo Legislativo, o texto será submetido ainda ao presidente da República. Mas, segundo declarou à agência Lusa o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, "com a decisão agora tomada, o governo português está a exprimir a sua vontade política de se juntar aos outros Estados da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa]".
No Brasil, o acordo ortográfico já foi aprovado pelo Congresso e, em tese, está em vigor, uma vez que, para isso, basta a assinatura de três países da CPLP. Além do Brasil, já ratificaram o texto Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.
A implantação, porém, era adiada devido à não-adesão de Portugal. "Os países todos esperam Portugal, até porque se trata do país matriz do português", disse à Folha Luís Fonseca, secretário-executivo da CPLP. "Senão, estaríamos em uma situação bizarra de o acordo nos levar a três ortografias."
Os ministros portugueses estimam um prazo de seis anos para a implementação das mudanças. No Brasil, pode estar presente nos livros didáticos já daqui a dois anos.
O MEC disse ontem que o ministro Fernando Haddad se reunirá com representantes do Ministério da Educação português para definir um cronograma de implantação gradual.
Ainda não há um cronograma para a alteração das regras em outros escritos, como dicionários e obras literárias, afirma Nazaré Pedrosa, assessora internacional do Ministério da Cultura. "A adoção de uma nova ortografia tem de se dar de uma forma normal, não impositiva nem dramática."
Professores terão de ser treinados para ensinar as alterações, e todos terão de reaprender a ortografia, mas, para ela, não é preciso criar "alarme", já que, argumenta, todos se adaptaram à reforma de 1971. A reforma também será vantajosa, diz, para a adoção do português como língua de trabalho em organismos internacionais.
FONTE:
Folha Online –
www.folhaonline.com.br
Com idades entre 10 e 15 anos, elas saíram de Duque de Caxias para visitar parque.
Aluizio Freire
Do G1,
no Rio 26/03/2008
Duas
funcionárias e a dona de uma lanchonete que funciona dentro
do Jardim Botânico,
na Zona Sul do Rio, estão sendo acusadas de não
permitir que dez crianças
carentes, com idades entre 10 e 15 anos e com uniforme de uma escola
municipal
da Baixada Fluminense, ocupassem o local para lanchar. Os menores
estavam
acompanhados de uma professora e uma orientadora pedagógica.
O caso foi parar
na 15ª DP (Gávea) e as três mulheres
podem responder por crime de racismo.
O episódio aconteceu por volta das 10h30 do dia 11
de março deste ano,
quando as crianças e as educadoras da Escola Municipal
Carmem Corrêa de
Carvalho Reis Braz, que funciona em Imbariê, em Duque de
Caxias, chegaram em um
ônibus da prefeitura para o passeio no Jardim
Botânico.
“São crianças carentes, a maioria
negros e filhos de catadores de lixo. Todas
estavam com a roupa da escola, mas, algumas, com chinelos de
dedo. Pedi
que elas se sentassem nos banquinhos que ficam embaixo das
árvores enquanto fui
ao caixa pagar o lanche. Logo veio uma funcionária
expulsando elas dali, de
forma agressiva. Uma outra apareceu dizendo que a dona não
permitia crianças
ali e que deveríamos nos dirigir a outra lanchonete, que
fica a um quilômetro
daquele local”, contou a professora Stellamaris Adelaide de
Freitas Cordeiro.
“Elas não quiseram receber o dinheiro e me ignoraram completamente.”
Auto-estima
“Essas crianças estão na 2ª série do ensino fundamental. Muito abaixo do desempenho esperado. Organizamos esse passeio pedagógico para resgatar a auto-estima delas, que não conhecem nem o centro de Caxias. E acabamos passando por esse constrangimento”, disse Stellamaris ao sair da delegacia, nesta quarta-feira (26), acompanhada de um representante do Conselho Tutelar da Zona Sul, Heber Bôscoli, que também repudiou a atitude das duas funcionárias e da dona do estabelecimento, o Café Botânica.
O delegado Fábio Cardoso já intimou as
três para prestarem depoimento e
registrou o caso como crime de racismo. Stellamaris também
fez um registro da
ocorrência no livro do Centro de Visitantes do Instituto de
Pesquisas Jardim
Botânico. A professora, que pretende entrar com
ação na Justiça por
reparação
de danos, disse que só pôde comparecer
à delegacia nesta quarta-feira por que
queria preservar as crianças e ter a
aprovação dos pais.
O G1 procurou a assessoria de imprensa do Jardim Botânico, que informou que só na quinta-feira poderá se pronunciar sobre o caso.
Fonte: G1 – portal de
notícias do globo.com
Veja
o desempenho
das escolas estaduais de SP no Saresp 2007
Avaliação
foi aplicada
para todas as escolas da rede estadual de ensino de SP.
Desempenho
está ruim em matemática, mas melhorou em
língua portuguesa.
Do G1,
13/03/2008
4ª
série do
ensino fundamental
|
LÍNGUA PORTUGUESA |
|||
|
Níveis |
Distribuição %
nos níveis |
||
|
Saresp 2007 |
Saeb 2005* |
||
|
Abaixo do básico |
Abaixo de 150 |
20,69% |
29% |
|
Básico |
Entre 150 e 200 |
39,05% |
36% |
|
Adequado |
Entre 200 e 250 |
34,68% |
29% |
|
Avançado |
Acima de 250 |
5,58% |
6% |
|
MATEMÁTICA |
|||
|
Níveis |
Distribuição %
nos níveis |
||
|
Saresp 2007 |
Saeb 2005* |
||
|
Abaixo do básico |
Abaixo de 175 |
44% |
47% |
|
Básico |
Entre 175 e 225 |
37% |
34% |
|
Adequado |
Entre 225 e 275 |
17% |
16% |
|
Avançado |
Acima de 275 |
2% |
3% |
6ª
série do ensino fundamental
|
LÍNGUA PORTUGUESA |
|||
|
Níveis |
Distribuição %
nos níveis |
||
|
Saresp 2007 |
Saeb 2005* |
||
|
Abaixo do básico |
Abaixo de 175 |
18% |
série não avaliada |
|
Básico |
Entre 175 e 225 |
45% |
série não avaliada |
|
Adequado |
Entre 225 e 275 |
34% |
série não avaliada |
|
Avançado |
Acima de 275 |
3% |
série não avaliada |
|
MATEMÁTICA |
|||
|
Níveis |
Distribuição %
nos níveis |
||
|
Saresp 2007 |
Saeb 2005* |
||
|
Abaixo do básico |
Abaixo de 200 |
55% |
série não avaliada |
|
Básico |
Entre 200 e 225 |
23% |
série não avaliada |
|
Adequado |
Entre 225 e 300 |
22% |
série não avaliada |
|
Avançado |
Acima de 300 |
0 |
série não avaliada |
8ª
série do ensino fundamental
|
LÍNGUA PORTUGUESA |
|||
|
Níveis |
Distribuição %
nos níveis |
||
|
Saresp 2007 |
Saeb 2005* |
||
|
Abaixo do básico |
Abaixo de 200 |
23% |
29% |
|
Básico |
Entre 200 e 275 |
47% |
53% |
|
Adequado |
Entre 275 e 325 |
24% |
15% |
|
Avançado |
Acima de 325 |
6% |
3% |
|
MATEMÁTICA |
|||
|
Níveis |
Distribuição %
nos níveis |
||
|
Saresp 2007 |
Saeb 2005* |
||
|
Abaixo do básico |
Abaixo de 225 |
50% |
48% |
|
Básico |
Entre 225 e 300 |
45% |
44% |
|
Adequado |
Entre 300 e 350 |
5% |
8% |
|
Avançado |
Acima de 350 |
0 |
0 |
3º ano do
ensino médio
|
LÍNGUA PORTUGUESA |
|||
|
Níveis |
Distribuição %
nos níveis |
||
|
Saresp 2007 |
Saeb 2005* |
||
|
Abaixo do básico |
Abaixo de 250 |
40% |
48% |
|
Básico |
Entre 250 e 300 |
39% |
34% |
|
Adequado |
Entre 300 e 375 |
21% |
18% |
|
Avançado |
Acima de 375 |
0 |
1% |
|
MATEMÁTICA |
|||
|
Níveis |
Distribuição %
nos níveis |
||
|
Saresp 2007 |
Saeb 2005* |
||
|
Abaixo do básico |
Abaixo de 275 |
71,04% |
63% |
|
Básico |
Entre 275 e 350 |
24,68% |
31% |
|
Adequado |
Entre 350 e 400 |
3,68% |
6% |
|
Avançado |
Acima de 400 |
0,6% |
0 |
*Saeb
2005: somente escolas estaduais
urbanas do estado de São Paulo
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